segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

Medo! Da vida ou da morte?

Em um mundo ausente de paz
Na terra da insegurança
Onde vivemos agarrados no medo
Apenas um salvador pode receber confiança

Em uma multidão de rostos cruéis
Cheios da amargura, escória da vida
Difícil é viver a plenitude de cima
Onde o meu Salvador, sereno, sorri

Em um mundo de roubo, morte, violência
Parece cada vez mais impossível viver
Medo de sair de casa, medo de não sair
Medo de viver e também medo de morrer

E a morte de todos os males é o pior?
Porque até a morte foi derrotada por Cristo !
Por que teme o meu coração?!
Tranquiliza-te! ... Só Jesus é tua segurança.

Tango é o baile da vida.

Meu estômago está doendo de fome, entretanto não tenho vontade alguma de comer.... Acho que é grave.
Veja aí um humor trágico, visto que estou rindo sobre a sepultura de minha saúde. Veja aí que saúde é o que vive dentro, saúde é o de estar contente e satisfeito, saúde é estar em equilíbrio com a vida.
E como num tango dançamos a dor na vida, em versos que exprimem alegria na dor, riso na tragédia.
Visto que da vida só é certa a tragédia , a douçura seria o acaso informal de bailar num funeral.
E que a dança siga constante, obstante os obstáculos da vida. Visto que da tragédia não se tem maior fama, se não a de bailar com quem se ama.
E segue-se a nossa trama, de uma vida que dói pra chegar, dói pra viver, e dói pra acabar.
Mas nunca se viu tanta alegria na dor, e nem alegria sem dor.
Como num trilho trepidante vejo a dor como o impulso motor da vida que segue a carregar vagões de fé, esperança e amor.
Que siga a vida, a proclamar seus feitos e reclamar seus defeitos! A anunciar a sua vitória após cada luta na história. Que não haja ação sem aventura e nem tragédia sem comédia, que o filme da vida tem um roteiro a ser filmado mas nunca rebobinado. Que seja como é pra ser. Que seja como Deus fez ser, porque a vida nasceu de um verbo no céu a conjugar pra si um verbo na terra. Eu sou porque Ele é, e já tinha dito "Eu Sou Quem Sou".

Quarta-feira, 14:15, ônibus restinga.

Cheiro de chuva, cheiro de dor
Marcas de um temporal, desamor
Umidade do ar como gotas no olhar
Que a tristeza da vida tenta afogar

Mas com essa chuva nada seca mesmo!
A esperança pelo resgate continua a esmo
Enquanto a turbulência agarra os olhos
Que a desistência já deixa que molhe-os