terça-feira, 18 de setembro de 2012

A poesia, uma menina

A poesia é uma doce menina,
que com seus versos, facina

É uma menina faceira,
que faz da vida uma brincadeira

É uma menina alegre,
ligeira feito lebre
sadia e sem febre.

Uma menina esperta,
que está sempre alerta,
sempre uma nova descoberta.

É menina entusiasmada,
travessa e aventurada,
que espoleta fada!

É menina sapeca, é doce moleca
é bandida protegida pelo ECA.

É menina meiga, da vida ainda leiga
Por vezes devota, por vezes gaivota
Por praias e praias, voa e desmaia.

É menina que esquece,
menina que entristece,
menina que não cresce!

Manola Bro.

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